sábado, 27 de junho de 2015

Alentejo - Dia 2 – Dentro das Muralhas de Elvas

Segundo dia por terras Alentejanas:

O nosso destino foi a cidade raiana de Elvas, pertencente ao distrito de Portalegre, situada na sub-região do Alto Alentejo. É considerada Património Mundial da UNESCO desde 2012.

Na entrada da cidade fomos surpreendidos pelo enorme Aqueduto da Amoreira, construído no Sec. XVI com a finalidade de ir buscar água à localidade de Amoreira para abastecer a cidade. Estende-se ao longo de 8,5Km e tem uma altura de 31m, fazendo dele o maior aqueduto da Península Ibérica. 

Iniciando a nossa visita junto ao tribunal, seguimos a apreciar aquela enorme obra de arquitectura, em direcção ao Jardim das Laranjeiras, entrando nas muralhas da cidade e subirmos até ao Paiol Nossa Senhora da Conceição. 

Passámos junto à Escola Superior Agrária e ao Mercado Municipal em direcção ao Castelo. A vista era deslumbrante… O nosso olhar perdia-se no horizonte, e se de um lado descansava no Forte Nossa Senhora da Graça, por outro lado, estendia-se sobre toda a cidade.

Continuando a circular pelas ruas estreitas da cidade passámos por baixo do Arco do Dr. Santa Clara, ficando junto ao Pelourinho ao lado da Igreja das Domínicas. Aqui subimos à torre desfrutando da vista magnífica sobre a cidade.

Descemos à Praça da Republica onde visitámos a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, fazendo de seguida algo condenável a dois benfiquistas… almoçámos na Casa do Sporting de Elvas – não resistindo à óptima relação qualidade/preço. Por vezes temos que ter fair play e não ligar a estas questões clubísticas.

O calor era insuportável, tentámos descansar um pouco na sombra das árvores do Jardim Municipal mas não foi possível permanecer muito tempo… e como tal… “Ó Elvas, Ó Elvas, Badajoz à vista” como diz Paco Bandeira, e lá fomos nós fazer uma visitinha a “nuestros hermanos” onde usufruímos do ar condicionado do centro comercial.

Quando voltámos a Elvas para jantar, já estava mais fresco apesar do termómetro às 19h ainda marcar 47º C.

Após o jantar regressámos a Estremoz onde tínhamos o “quartel general”, para descansar, pois o dia seguinte iria ser muito comprido porque muito mais ainda havia para ver.